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sábado, 31 de janeiro de 2009

Telecinco já tem site

O projecto de televisão Telecinco, que concorre contra a Zon à licença do 5º Canal de televisão, já tem o seu site disponível para consulta. Nele é possível saber mais sobre o projecto e quem está por trás dele. Ao contrário de outro espaço recentemente criado, o site está aberto á participação dos cidadãos. A Telecinco informa também que estão a aceitar candidaturas para diversas áreas.
Links:
Telecinco

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Quinto Canal da TDT tem dois concorrentes

Terminou hoje o prazo limite para a apresentação de candidaturas ao concurso do quinto canal de televisão. Ao concurso apresentaram-se apenas dois candidatos: a Zon Multimédia e a Telecinco, SA., representada por um grupo de jornalistas.

O 5º Canal será um canal generalista, de acesso livre e será transmitido unicamente na TDT. O seu arranque é previsto para 2010.

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

TDT paga sofre novo atraso (act.)

O Tribunal Administrativo de Lisboa recusou a invocação de interesse público do concurso de TDT, que tinha sido alegado pela Anacom com o apoio do Governo, para evitar que o processo da TDT paga ficasse parado na sequência de uma providência cautelar interposta pela Airplus.

A consequência imediata desta decisão é a suspensão do concurso até que o tribunal decida a providência cautelar ou a acção principal interposta pela Airplus. Até lá, não poderá ser atribuída à PTelecom a licença dos ‘muxes’ B a F e só o será caso o tribunal decida contra a providência cautelar da Airplus. E mesmo após a decisão do tribunal, tanto a AirPlus como a Anacom têm ainda direito a apresentar recurso. Esta batalha judicial poderá pois arrastar-se por largos meses pondo em causa a data de arranque dos canais pagos.

A AirPlus, recorde-se foi a única empresa que concorreu contra a PTelecom ao concurso dos canais a pagar, não tendo concorrido aos canais livres (Mux A). A Sonaecom desistiu do concurso alegando que o mesmo estaria feito “à medida” da PTelecom. A Media Capital, proprietária da TVI, também desistiu, aliando-se á última hora com a PTelecom, vendendo-lhe a sua rede de emissão (RETI), o que permitiu à PTelecom assegurar o monopólio da distribuição de sinal.

As razões da AirPlus
Para além das alegadas irregularidades formais que levaram à demissão do presidente do júri, e a uma segunda avaliação, a AirPlus apresentou ainda as seguintes queixas:

- Ausência da divulgação de alguns dos critérios de pontuação, antes da entrega das propostas, e violação do caderno de encargos;

- Sempre que houve dúvidas em algum ponto da sua proposta por parte do júri, a empresa foi penalizada, ao passo que, quando a mesma situação ocorreu com a PT, «foram solicitadas informações adicionais»;

- A análise (da sua proposta) evidencia erros técnicos e enviezamentos grosseiros que fazem com que a Airplus, apesar de ganhar em quatro critérios, de sete, saia perdedora. Um dos exemplos, dos alegados erros técnicos, é a análise dos modelos de cobertura radioeléctrica. A Airplus foi pontuada com -40 contra 100 da PTC. O ‘software’ utilizado foi o mesmo da PT.

Na pré-decisão do júri, a AirPlus ficou à frente nos tópicos «a2», sobre soluções tecnologicamente inovadoras, «a3», que se referia à qualidade do plano técnico, o «b1», sobre a qualificação da oferta televisiva, e o «b3», que se refere à difusão de obras em língua portuguesa.

No entanto, ficou atrás da PT no ponto «a1», sobre a rápida massificação e promoção de concorrência. A AirPlus esperava (ou espera) investir na promoção da TDT 154 milhões de euros (face aos 13,5 (?) milhões da PT); no ponto «a4», que ressalva o impacto do projecto na actividade económica do País, reclamando que conseguiria colocar os equipamentos de recepção da TDT «a um custo praticamente nulo»; e no ponto «b2», o que analisa a contribuição para a produção de conteúdos europeus. Algo incompreendido pela AirPlus que refere que o seu projecto assenta em 16 canais face a três da PT Comunicações.

(Nota: informação baseada em declarações da AirPlus à comunicação social)

Embora esta “guerra” diga respeito aos canais pagos (Mux B a F), se o assunto se arrastar pelos tribunais, poderá acabar por afectar também a TDT gratuita. É que não havendo TDT paga, o interesse na TDT será menor (a TDT gratuita terá apenas 5 canais). Isto poderá tornar o preço dos adaptadores ainda mais alto, porque sem decisão à vista a PTelecom certamente não irá arriscar a encomenda de grandes quantidades e, como se sabe, o preço destes equipamentos depende em grande medida das quantidades encomendadas.

A seguir com atenção em 2009!

Fontes/Links:
DE - Airplus nunca aceitou decisão do júri
Agência Financeira - AirPlus diz que júri da TDT cometeu «erros técnicos grosseiros»
DN - PT admitida a concursos e Air Plus TV condicionada
DE - Sonaecom diz que concurso da TDT foi criado apenas para beneficiar a PT

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

PTelecom autorizada a emitir a TDT a nível nacional

A Anacom emitiu com data de 9 de Dezembro, o título de atribuição do direito de utilização de frequências para a prestação do serviço de Televisão Digital Terrestre, a que está associado o multiplexer A (canais de acesso livre). A PT Comunicações pode assim iniciar a emissão do Mux A a nível nacional.

Os parâmetros da emissão serão os seguintes:


A capacidade a reservar para a emissão dos programas sofreu uma redução, de 11 Mbits/s para 9,6 Mbits/s para os programas em definição standard e um aumento de 3,8 Mbits/s para 5,3 Mbits/s para a emissão em alta definição. Estes são os valores mínimos passíveis de reforço quando a capacidade reservada para determinadas funcionalidades não estiver a ser utilizada. O bitrate utilizado actualmente nos canais SD (2.9-3.0 Mbits/s) deverá baixar para 1.8-1.9 Mbits/s quando arrancar o 5º Canal.

Irão ser emitidos 5 canais em definição standard (RTP1, RTP2, SIC, TVI e 5º Canal) e um canal em alta definição com elementos de programação dos 5 canais (em simultâneo com um dos canais em definição standard).

Recorde-se que, segundo a PTelecom, a cobertura de Lisboa deverá estar concluída até ao final de 2008, devendo depois avançar em Janeiro/Fevereiro para o resto do país (zona do Litoral) afim de assegurar o arranque oficial em Abril de 2009. O direito de utilização de frequências agora atribuído prevê o compromisso de iniciar a exploração dos serviços até 31 de Agosto de 2009.

Actualização 10/12/2008 13:00
Segundo noticia publicada no portal Sapo (empresa do grupo PT):
«A PT planeia um investimento de 120 milhões de euros para a TDT. Em termos de canais, a oferta de acesso gratuito é composta por cinco canais no continente e 6 nas regiões autónomas. No que se refere aos serviços a empresa promete canais temáticos, Guia Tv, áudio-descrição e legendagem, video-on-demand, etc. Do investimento previsto pela PT, 15 milhões servirão para subsidiar equipamentos e tornar mais fácil o acesso de pensionistas com baixos rendimentos, famílias beneficiárias do rendimento social de inserção ou instituições de carácter social à TDT. Os preços dos serviços e das boxes não foram revelados pela PT, que sublinhou a importãncia das condições do mercado na altura de lançamento do serviço para definir este factor.»

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

PTelecom não irá subsidiar adaptadores para a TDT

Segundo noticia publicada no portal Sapo (pertencente ao grupo PTelecom), sob o título "A sua TV é compatível com a TDT?", também a Portugal Telecom não irá subsidiar a aquisição dos adaptadores necessários à recepção da TDT Portuguesa.

Recorde-se que também o Governo parece já ter afastado essa possibilidade, pelo menos para o próximo ano, porque não há verbas atribuidas para o efeito na proposta do orçamento de Estado para 2009.

Citação:

A Portugal Telecom, que ganhou a licença de TDT, já confirmou porém que não tenciona subsidiar estes aparelhos, pelo que terão de ser os utilizadores a pagar - a pronto ou em mensalidades - as set-top-boxes, num modelo de comercialização e preços que ainda não estão definidos.

Estranha, esta posição, pois aquando da apresentação da sua candidatura a Portugal Telecom referia, em Abril e passo a citar:

A candidatura assenta, ainda, uma oferta de conteúdos alargada e de qualidade (cinco canais de sinal aberto e no Pay-TV até 49 canais – três em alta definição, três canais em português e espaço reservado para dois canais regionais), e a massificação da TDT (criação de um Fórum para promoção da TDT e política de subsidiação de equipamento).

O que aconteceu à politica de subsidiação de equipamento? Não haverá subsidio, nem para as famílias mais carenciadas?

A confirmar-se esta notícia acho que estamos perante um verdadeiro escândalo e os concursos para a TDT terão sido pouco mais do que um embuste!

Actualização 10/12/2008:
De acordo com o artigo 12, nº 1, alínea f do direito de utilização de frequências do Mux A emitido pela Anacom em 9/12/2008, a PTelecom estará obrigada, a:

«Subsidiar a aquisição de equipamentos de recepção, nos termos da proposta apresentada, designadamente por parte de cidadãos com necessidades especiais, grupos populacionais mais desfavorecidos e instituições de comprovada valia social, até à cessação das emissões televisivas analógicas terrestres.»

Portanto, pelo menos parte da população deverá ser contemplada com a subsidiação do equipamento de recepção e a notícia do Sapo parece ser (pelo menos em parte) desmentida pelo documento da Anacom.

Actualização 10/12/2008 14:25
A PTelecom vem agora por intermédio do portal Sapo informar que irá investir 15 milhões de euros na subsidiação de equipamentos.

Links:
Portal Sapo: A sua TV é compatível com a TDT?
Apresentação da proposta da PTelecom para a TDT

sábado, 29 de novembro de 2008

Esclarecimento da Anacom sobre a TDT

Finalmente a Anacom divulga publicamente no seu site a informação técnica essencial sobre a TDT portuguesa, nomeadamente os requisitos minimos para os televisores e "set-top box's" (receptores), informação adiantada algum tempo atrás neste Blog. É motivo para dizer que mais vale tarde que nunca.

Extracto do esclarecimento da Anacom datado de 27-11-2008:

«As futuras emissões de Televisão Digital Terrestre (TDT) em Portugal terão por base, nomeadamente, a tecnologia DVB-T e a compressão de vídeo MPEG-4/H.264.

Neste contexto, para recepção das emissões de TDT deverá confirmar se as especificações técnicas do(s) equipamento(s) de que dispõe respeitam, no mínimo, duas condições:

1. Compatibilidade com a norma DVB-T;
2. Descodificação de vídeo em MPEG-4/H.264.

Não se verificando as referidas condições, poderá proceder das seguintes formas:

Caso pretenda manter o seu actual televisor, deverá adquirir um dispositivo externo, habitualmente uma set-top-box a instalar entre a tomada de antena e o televisor, que em conjunto com o mesmo permita satisfazer as duas condições acima referidas;

Caso pretenda comprar um novo televisor e não ter que instalar o referido dispositivo externo, deverá adquirir um televisor digital integrado já com capacidade de recepção de DVB-T e descodificação de vídeo em MPEG-4/H.264. Deve assim certificar-se, designadamente junto do vendedor, de que os dispositivos que pretende adquirir tendo em vista a recepção de TDT em Portugal (set-top-box, televisor digital integrado, ou outro, como, por exemplo adaptador para PC) permitem satisfazer, no mínimo, as duas condições acima referidas.

Chama-se ainda a atenção para o facto de muitos dos equipamentos presentemente disponíveis em Portugal, com indicação de compatibilidade com DVB-T, designadamente televisores digitais integrados, disporem apenas de descodificação de vídeo em MPEG-2, o que não possibilita, por si só, a recepção de TDT em Portugal, carecendo assim de um dispositivo externo para o efeito, que poderá ser uma set-top-box com as características anteriormente referidas ou outro tipo de solução que satisfaça as mesmas condições. »

O texto completo está disponivel aqui.

Nota:
Até ao final do ano a PTelecom deverá também prestar esclarecimentos sobre a TDT. Nessa altura espera-se que informem qual o equipamento que estará disponível e os preços.

sexta-feira, 21 de novembro de 2008

TDT: Silêncio das autoridades prejudica consumidores

Os concursos já terminaram, as licenças estão atribuídas e o sinal até já está no ar na zona de Lisboa e Setúbal. No entanto, a um mês para o Natal, a época do ano em que mais televisores se vendem, continuam por divulgar oficialmente as características do equipamento necessário para receber o sinal da TDT.

Quando finalmente o inicio das emissões for divulgado nos principais meios de comunicação social, a esmagadora maioria do público vai constatar que não recebe a TDT. Porque o seu televisor não é compatível com a TDT portuguesa! E isto mesmo com aparelhos acabados de comprar!

A manter-se a falta de informação, é mais que previsível que as linhas de assistência das lojas e das marcas de televisores sejam inundadas de chamadas de consumidores julgando que o seu televisor está avariado, porque a TDT tem som, mas não tem imagem!

Quando finalmente forem informados, muitos irão sentir-se enganados, e com toda a razão! Os principais visados serão os comerciantes, embora os verdadeiros responsáveis sejam as autoridades que nada fizeram para informar e alertar o público!

As possiveis razões deste estranho silêncio ficarão para mais tarde…

Eu ficarei satisfeito se este Blog contribuir para alertar nem que seja uma única pessoa!

Aconselho todos os interessados no tema a lerem as mensagens anteriores neste Blog onde esta questão é abordada em pormenor e em caso de dúvida a contactarem as entidades envolvidas.

segunda-feira, 3 de novembro de 2008

Ainda o MPEG-4

Apesar de nem Anacom nem PTelecom terem ainda divulgado publicamente as opções tecnológicas adoptadas, alguns insistem em afirmar que o MPEG-4 sempre esteve definido como o único sistema de compressão a utilizar pela TDT portuguesa.

O único documento conhecido e possível de interpretar relativamente a esta matéria é o caderno de encargos relativo ao Mux A:

Extractos do caderno de encargos do Mux A (o destaque a negrito é meu):

«…
3.2.1. Capacidade de base
A capacidade de base a reservar para os serviços de programas televisivos em definição standard referidos em 3.1 deve ser, tendo como referência a utilização de compressão MPEG-4 Parte 10 - AVC/H.264, a cada momento, e no mínimo, a seguinte:
• Território do Continente 11,0 Mbit/s;
• Regiões Autónomas 13,2 Mbit/s.
No território do Continente, deverá ainda ser reservada no mínimo uma capacidade adicional de 3,8 Mbit/s para a difusão dos elementos de programas em alta definição, tal como referido em 3.1..

Neste capítulo serão particularmente valorizadas propostas assentes na utilização de sistemas de compressão mais eficientes, como a referida anteriormente, devendo, no caso de propostas com base noutros sistemas, ser especificada a capacidade a reservar, para a obtenção de níveis de desempenho similares aos referidos, para o caso de utilização de MPEG-4 Parte 10 - AVC/H.264.

4.1. Sistema tecnológico
Os concorrentes devem especificar a solução tecnológica que se propõem utilizar com base no sistema Europeu DVB-T e de acordo com a respectiva normalização (normas, recomendações e especificações técnicas), nomeadamente a referida no Anexo 4.

Para além do disposto, os concorrentes devem ainda especificar as suas opções, quanto à eventual utilização de sistemas de compressão mais eficientes, tal como o MPEG-4, Parte 10 – AVC/H.264.
…»

Analisando objectivamente o que está escrito, julgo que podem ser tiradas as seguintes conclusões:
  • O estado valoriza particularmente propostas que adoptem o MPEG-4.
  • O MPEG4 é mencionado como sistema de compressão referência.
  • O Estado não exclui a adopção de outros sistemas de compressão (leia-se MPEG-2).
Portanto, (no papel) o MPEG4 nunca esteve definido como o único sistema de compressão, apenas a opção favorecida pelo Estado. Os concorrentes, poderiam ter proposto a utilização do MPEG2 para o Mux A. Dada a realidade existente (sistema já adoptado em Espanha, disponibilidade e preço dos equipamentos mpeg4, base já instalada de televisores com tdt mpeg2), era razoável acreditar que o Mux A utilizaria o MPEG-2. Hoje é sabido que não será assim.

Links:

sábado, 1 de novembro de 2008

Quinto canal: Concurso já abriu

O concurso público para o licenciamento do quinto canal de televisão abriu ontém, 31 de Outubro com a publicação em D.R. da portaria 1239/2008. Entre os interessados deverão estar a Zon Multimédia, Cofina e Controlinveste. O vencedor deverá ser conhecido em meados de Abril.

O quinto canal, recorde-se, será um canal generalista de acesso gratuito e de âmbito nacional, a emitir na plataforma TDT e em alta definição (segundo o Governo).

Fonte: Diário Digital

Link: Portaria 1239/2008 de 31 de Outubro

quarta-feira, 29 de outubro de 2008

TDT Portuguesa em MPEG4 ! (act)

É oficial. Todos os canais da TDT portuguesa serão transmitidos em MPEG-4. Confirmam-se assim os rumores que circulavam. Resta saber quantos portugueses estarão em condições de assistir ao arranque da TDT em portugal, pois quase todos os equipamentos já vendidos e à venda em Portugal são apenas MPEG-2 e portanto incapazes de receber a TDT portuguesa.

De momento os equipamentos (televisores e receptores) aptos a receber as emissões são ainda em número reduzido e de preço relativamente elevado, devendo demorar algum tempo até os preços baixarem o suficiente de modo a permitir a massificação da TDT. Enquanto um receptor TDT MPEG-2 pode custar apenas 30 Euros, um adaptador MPEG-4 HD básico, adequado para receber a nossa TDT custa cerca de 190 Euros. Como muitos lares têm mais que um televisor, é necessário multiplicar este valor pelo número de aparelhos a adaptar. Parece ser um preço demasiado alto a pagar para receber 5 canais de televisão (os gratuitos).

Enquanto a PTelecom não divulga qual o equipamento que vai disponibilizar e em que modalidades (compra/aluguer) e a que preço, penso que a opção mais sensata, será mesmo esperar para vêr. Para ajudar à confusão, não esquecer que mais cedo ou mais tarde o sinal da TDT irá também ser distribuido por satélite. O satélite será a única opção para alguns, pois o sinal da TDT não vai chegar a todo o lado (vêr noticia de 28/05/2008), mas para quem pode instalar uma antena parabólica, poderá ser mesmo a opção mais interessante.

Uma alternativa económica para vêr a TDT é o uso de uma placa sintonizadora de TDT para computador. Existem vários modelos: internas (instaladas dentro do computador) e externas (ligadas por USB ou PCMCIA). Os preços variam entre os 20 - 100 euros.

Actualização 5/11/2008:

Uma nova alternativa poderá surgir brevemente no mercado. Trata-se de uma placa pcmcia MPEG-4 HD. Vêr a notícia de 5/11/2008.

Links:
A TDT irá cobrir inicialmente apenas o litoral do país
RTP Alerta para o preço elevado das «set top box»
Apresentação da proposta da PT para a TDT
Caderno de encargos do concurso do MUX A (canais em aberto)
Caderno de encargos do concurso dos MUXs B a F (canais a pagar)

quarta-feira, 20 de agosto de 2008

TDT é interesse público!

Depois da contestação do resultado do concurso para os canais pagos da TDT (ganho pela PT)pela AirPlus (vêr notícia de 15/07), a Anacom vai invocar o interesse público para anular os efeitos da providência cautelar interposta pela AirPlus. Segundo a Anacom, caso o processo ficá-se a aguardar decisão do tribunal (que poderia demorar 2 ou 3 anos), poderia não ser possível cumprir a data limite para o apagão analógico (2012).

Com esta novela toda, já parece pouco provável que a TDT arranque de facto em Abril de 2009...

Fonte: Diário Económico

terça-feira, 15 de julho de 2008

AirPlus contesta avaliação do juri

A AIRPLUS TV pediu à Autoridade Nacional das Comunicações (Anacom) a nomeação de um novo júri para o concurso dos canais pagos da Televisão Digital Terrestre, por considerar que a avaliação feita pelo actual júri foi “arbitrária, parcial e com erros técnicos grosseiros”, disse ontem Luís Nazaré.

As conclusões preliminares do júri liderado por Carlos Salema atribuiu à Portugal Telecom a vitória para os canais pagos da TDT, quando já tinha ganho a licença para os canais abertos, onde concorria sozinha. A Anacom irá decidir o vencedor final para os canais pagos ainda este mês, embora não seja comum que a decisão do regulador vá em sentido contrário ao do júri.

Em conferência de imprensa, o chairman da Airplus TV Portugal, subsidiária da sueca Airplus, afirmou que, se a Anacom recusar a nomeação do novo júri, irá avançar com “todas as medidas legais possíveis”, não especificando quais.

O ex-presidente dos CTT salientou que a Airplus TV foi o vencedor do concurso para os canais pagos da TDT tendo sido superior em quatro dos sete critérios face à proposta da PT, nomeadamente na solução tecnológica mais inovadora, qualidade do plano técnico superior, melhor qualidade na oferta televisiva e quantidade de programas e obras em língua portuguesa. “Ganhámos o concurso, é só uma questão de tempo”, disse Luís Nazaré.

A Airplus acusa o júri do concurso de “ausência de critérios, violação do caderno de encargos, alteração das regras a meio do processo e falta de isenção e competência”. Luis Nazaré diz não compreender como a Airplus ficou pior classificada que a PT em critérios como o investimento (155 milhões da Airplus contra 14 da PT) e conteúdos nacionais (a Airplus pretende criar 16 novos canais portugueses e a PT só três), afirmou o chairman.

Fonte: Hoje

Comentário:

São acusações graves por parte da AirPlus. Para bem da transparência dos concursos a Anacom deveria divulgar as propostas das empresas concorrentes. Esperemos que esta situação não atraze o arranque da TDT.

terça-feira, 8 de julho de 2008

PT à frente na TDT

Depois da comissão de avaliação da Anacom lhe ter atribuído o primeiro lugar no concurso para os MUX B a F (canais a pagar), ao qual concorreu com a AirPlus, a Portugal Telecom recebeu novamente uma avaliação positiva do júri relativamente ao MUX A (canais gratuitos), concurso para o qual é a única candidata.

Como previsto, e a confirmar-se esta decisão, a Portugal Telecom será a única responsável pela futura TDT portuguesa, que deverá assim arrancar em Abril de 2009.

sexta-feira, 30 de maio de 2008

Airplus: acordo com a PT está para breve

Segundo Michael Werner, o acordo com a PT está "na fase de detalhes sobre as torres" de emissão e "estará concluído daqui a duas ou três semanas", ou seja, antes do prazo para a Anacom tomar uma decisão sobre o vencedor.

A proposta da Airplus TV só poderá ser avaliada pela ANACOM quando estiver completa, faltando apresentar o preço e condições de distribuição do sinal, processo que está em discussão entre a empresa sueca e a PT, dona da rede em Portugal.

"Se não chegarmos a acordo com a PT, o processo será todo adiado porque a Anacom não poderá tomar uma decisão", avisou Michael Werner.

Fonte: Diário Digital

TDT: Airplus Tv revela a sua oferta


A Airplus Tv, um dos dois únicos concorrentes à TDT portuguesa, revelou ontem ao público a sua oferta de canais. Esta oferta consiste em dois pacotes: um básico de alcance nacional, composto por 10 a 12 canais, cujo preço se situa nos 11,50 euros; e outro de alcance litoral (pacote básico Plus), composto por 14 canais, também comercializado por 11,50 euros. A proposta integra ainda 4 canais “premium” (de alcance litoral), reservados a conteúdos em Alta Definição (2), de desporto (1) e eróticos (1). A Airplus revelou ainda que o Conax será o sistema de codificação a utilizar.


quarta-feira, 28 de maio de 2008

TDT - Ponto da situação

Em 24 de Abril foram apresentadas as propostas para os concursos para a difusão dos sinais de TDT. Apenas duas propostas foram apresentadas, a da Portugal Telecom e a da Airplus. A PT concorre a todos os MUXs (canais livres e a pagar), a Airplus concorre apenas aos MUXs dos canais a pagar. Falta aguardar pelo resultado, mas o vencedor deverá ser à partida a PT.



Links:
Anacom – Concursos TDT